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Bebê

Baby Planner, assessoria que gera felicidade!

abril 3, 2017

O que é uma Baby Planner?!

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Hoje existe “personal” para tudo! Sempre existe um profissional para ajudar em diversas tarefas e planejamentos: casamento, construção, decoração, organização, compras, estilo… E por que não ter um profissional que possa ajudar na preparação para chegada de um bebê?! Pois é, este profissional existe! É a BABY PLANNER!
No universo da maternidade muitas mulheres e famílias trocam experiências de vida com objetivo de tornar mais fácil a descoberta dos desafios desta caminhada. Mas hoje existe uma preparação internacional para este profissional, que pode somar seu olhar profissional a esta troca de experiências. A profissão de Baby Planner foi formalizada em 2006 na Europa, chegou à América do Norte, e mais tarde no Brasil, há 8 anos, onde tem ganhado cada vez mas espaço e conquistado cada vez mais as futuras mamães e toda a família.

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A Baby Planner é uma profissional que oferece apoio, informação, educação e recursos para os futuros pais, auxiliando no planejamento durante a gravidez e após a chegada do bebê. É capaz de avaliar e identificar as necessidades específicas da família, através de um atendimento personalizado e planejar um pacote de serviços que satisfaça suas expectativas e desejos. Ela trabalha para mostrar aos seus clientes todas as suas opções para que eles possam tomar a melhor decisão.
O trabalho da Baby Planner não substituiu o trabalho de um profissional de saúde que deve acompanhar a gestação. Pelo contrário, o trabalho da Baby Planner agrega muito aos demais profissionais que acompanharão a gestação. Para ser Baby Planner não é preciso ser um profissional de saúde, mas quando estas profissões se somam, o resultado pode ser incrível para a gestante, sua família e para o bebê que está para chegar!

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A gravidez não vem com manual de instruções!

Por isso, procure um profissional especializado no mercado, que possa oferecer este conforto e segurança na espera pelo seu bebê! E também auxílio e apoio nos primeiros dias com o seu pequeno nos braços!
Nas capitais do Brasil já existem várias Baby Planners oferecendo diversos serviços. No interior, estes profissionais também já estão conquistando as mamães e mostrando sua importância!

Em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, a BabyCoach® é uma empresa de Baby Planner que vai até seus clientes por meio de um atendimento personalizado, com muito carinho, dedicação e profissionalismo, busca levar à família maior disponibilidade de desfrutar das fortalezas do processo de preparar o leito familiar para receber um novo membro, minimizar as dúvidas e ansiedades e orientar as melhores opções de acordo com as necessidades e orçamento, respeitando os diferentes estilos de vida.

Saiba mais! Visite nossa página: www.babycoach.com.br

Afinal, este momento é único e vocês merecem este apoio!

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BRONQUIOLITE! CUIDADO, PAPAIS! Aprenda a reconhecer os primeiros sintomas.

março 24, 2017

Recentemente a jornalista Rafa Brites, esposa de Felipe Andreolli, compartilhou na internet o ocorrido com seu filho Rocco de apenas 1 mês de vida.
Seu bebê precisou ficar internado durante 6 dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), após ser diagnosticado com bronquiolite, doença causada pelo vírus Sincicial Respiratório (VSR).
Essa doença pode não causar muito impacto em adultos ou crianças maiores que dois anos, porém, para bebês menores de 6 meses, essa pode ser uma doença com complicações respiratórias graves e às vezes até fatais. A bronquiolite é uma inflamação dos bronquíolos (parte final dos brônquios) causada por um vírus e agravada pelo acúmulo de muco, o que dificulta a passagem do ar e pode causar sintomas parecidos com a asma.

Bronchiolitis

Pais de bebês prematuros devem ter um cuidado redobrado, pois são mais suscetíveis à esse vírus!
Os sinais geralmente são leves e muito parecidos com o de um resfriado, porém no caso da bronquiolite esses sintomas se tornam mais intensos com o passar dos dias, causando tosse e dificuldade para respirar. Se seu filho corre mais risco de ter complicações ou se você está em dúvida, o melhor é procurar uma avaliação médica.
Estejam atentos aos seguintes sinais de problemas respiratórios e procure o pediatra imediatamente:

• Narinas mais abertas e grande expansão da caixa torácica a cada respirada
• Pele recuada demais entre as costelas, acima da clavícula ou abaixo da caixa torácica durante a respiração.
• Contração dos músculos abdominais ao respirar (este e os dois sintomas anteriores juntos são chamados de desconforto respiratório. A criança precisa fazer muito esforço para conseguir respirar)
• Chiado com um som de apito ao respirar
• Tosse
• Falta de apetite
• Lábios e unhas azulados
• Febre (alta ou não)

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E como é o tratamento para a Bronquiolite?
Nos casos mais leves, quando não há desconforto respiratório (tosse com chiado, falta de ar, etc), você pode cuidar de seu filho em casa, controlando a febre e mantendo o bebê sempre hidratado, com água (quando já introduzida na alimentação) ou leite materno ou não (De acordo com o que você está oferecendo para seu filho).
A internação só se faz necessária quando a criança precisa de cuidados mais específicos no hospital, como hidratação mais rigorosa (receber soro por via venosa), oxigenoterapia (aplicação médica de oxigênio, que pode ocorrer por inalação, por exemplo) e de fisioterapia respiratória (exercícios que ajudam a eliminar secreções), para que o desconforto seja amenizado. As crianças que integram os grupos de risco têm mais chances de serem hospitalizadas, fazendo-se necessário em alguns casos a internação inclusive, em UTI.

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O melhor remédio é a prevenção!!
Não há uma vacina específica para a doença, mas existem formas de preveni-la: evite levar seu filho para locais com aglomerações e contato próximo com pessoas doentes, especialmente nos primeiros meses de vida. Além disso, qualquer pessoa que tiver contato com o bebê deve sempre lavar corretamente as mãos, um cuidado fundamental para evitar não só essa, mas diversas doenças. A lavagem das mãos é a principal forma de prevenção para doenças que são transmitidas por contato, como é o caso dessa.
O principal é que os pais fiquem atentos ao aparecimento dos sintomas e que busquem por uma avaliação médica o quanto antes.

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QUANDO NASCE?

março 17, 2017

Aprenda a calcular a data provável do parto!

Os cálculos se iniciam desde quando se planeja uma gestação: Quantos filhos quero ter? Quando quero engravidar? Quanto preciso gastar? E então a gestação acontece, e começam as perguntas que te fazem continuar com os cálculos: De quantas semanas está? Quanto é isso em meses? Quando nasce? OPA! Quando nasce?! Você já pensou nisso?!

Muitos casais planejam a gestação baseados na situação financeira do momento, na idade do casal, no tempo de casados… Outros querem que o bebê nasça em algum mês específico! Mas existem também aqueles bebês que “se planejam”! E vêm como surpresa para os pais! Não importa quando ele será concebido! O importante mesmo é saber quando o bebê vai chegar!

Vocês já pensaram o quanto é importante saber uma data prevista para o nascimento do bebê? Ter uma ideia do período em que será mais provável a chegada do bebê pode facilitar um planejamento e uma programação da família para receber o pequeno! Os pais podem se programar no trabalho, os familiares podem se programar para auxiliar nos primeiros dias, o enxoval pode ser feito baseado na época do ano em que o bebê irá nascer, e muito mais.

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Se você tem um ciclo menstrual bastante regulado, o cálculo da data provável do parto (DPP) pela data da última menstruação é mais confiável. Mas se você não tem um ciclo regular, ou não sabe exatamente a data da sua última menstruação, então a melhor forma de calcular a DPP é pela ultrassonografia. Mas lembre-se que quanto mais precoce a ultrassonografia, mais confiável a DPP, então se deve sempre considerar o primeiro exame, que pode ser realizado da 5ª à 10ª semana de gestação.

Outra forma de indicar uma possível idade gestacional para calcular uma provável DPP é medir a altura uterina (o tamanho da barriga) com a gestante deitada. Mas este não é um método muito confiável para determinar a DPP, pois a altura uterina pode variar dependendo da estrutura corpórea da mulher e do tamanho do bebê.

Você pode juntar todos esses métodos para confirmar a sua DPP! Então vamos lá aprender a calcular a DPP pela data da última menstruação.

A duração da gestação é de 280 dias, ou 40 semanas (10 meses lunares). Mas como o corpo humano não aceita uma matemática exata, e uma vez que os ciclos menstruais variam de mulher para mulher, a duração da gravidez completa (a termo) pode variar entre 37 e 42 semanas. Por isso consideramos que estamos calculando um período provável para o parto, podendo variar duas semanas a mais ou a menos da data calculada.

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Vamos aos cálculos!!!

Se a sua última menstruação foi nos meses de Janeiro, Fevereiro ou Março:

  • Some 7 ao dia
  • Some 9 ao mês
  • Mantenha o mesmo ano
  • Exemplo:

Última menstruação: 16/02/17           16+7 / 2+9 / 2017           DPP = 23/11/2017

Se a sua última menstruação foi nos meses de Abril a Dezembro:

  • Some 7 ao dia
  • Subtraia 3 do mês
  • Some 1 ao ano
  • Exemplo:
  • 20/08/2016 20+7 / 08-3 / 2016+1         DPP = 27/05/2017

Mas, se a soma do dia ultrapassar 30 ou 31 (28 ou 29 em Fevereiro), dependendo do mês, considere o mês seguinte. Exemplo:

  • Última menstruação: 28/02/17 28+7 / 2+9 / 2017          35/11/2017   35-30     DPP = 05/12/2017

Se a soma do dia ultrapassar 30 ou 31 e for Dezembro, deve considerar o mês e o ano seguinte também. Exemplo:

  • Última menstruação: 27/03/17 27+7 / 3+9 / 2017          34/12/2017    34-31    DPP = 03/01/2018

 

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VACINAS: FIQUE POR DENTRO DA MUDANÇA NO CALENDÁRIO VACINAL!!!

março 11, 2017

Novo calendário vacinal 2017

O ministério da saúde divulgou as alterações no calendário nacional de vacinação para 2017. Nós vamos trazer para vocês todas as mudanças para que todos os pais fiquem atentos e não percam a data correta de levar o bebê ou a criança aos locais indicados pelo governo para que as mesmas possam estar atualizadas quando falamos de prevenção de doenças.

Lembrando que para as gestantes, também tiveram mudanças. Fiquem atentas!

Neste ano, foi ampliado o público-alvo de seis vacinas: tríplice viral, tetra viral, dTpa adulto, HPV, Meningocócica C e  hepatite A.

Veja a seguir o que muda no novo calendário:

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O objetivo da mudança nas vacinas contra hepatite A e Varicela (sarampo) é aumentar a proteção das crianças, garantindo elevadas coberturas vacinais.

Já o objetivo da mudança da vacinação contra o HPV nos homens é prevenir os cânceres de pênis, ânus, garganta e verrugas genitais. E nas mulheres é a redução da incidência do câncer de colo de útero e vulva nas mulheres, já que os homens são responsáveis pela transmissão do vírus para suas parceiras.

A Vacina contra meningite C aumentou também o primeiro reforço para até 4 anos de idade, depois o próximo reforço em adolescentes de 12 a 13 anos. Essa mudança aconteceu após estudos  mostrarem que em longo prazo, esse tipo de vacina apresentam uma diminuição da proteção, após a criança ser vacina no período da infância. Por isso, a vacinação de adolescentes proporciona proteção direta desses grupos etários. Também estende a proteção a indivíduos não vacinados.

A dTpa  que protege contra difteria, tétano e coqueluche agora é recomendada 1 dose a cada gestação, a partir da vigésima semana (20ª) de gestação ou caso a mulher não tenha tomado durante a gravidez é indicado a vacinação no puerpério (até 45 dias após o parto). O objetivo dessa ação é aumentar a oportunidade de imunização das gestantes, visando passagem de anticorpos ao bebê para proteção da coqueluche durante a gravidez e evitar que a mãe possa transmitir a coqueluche para o recém nascido durante o puerpério.

O Sus oferece todas as vacinas recomendadas pela OMS. São elas:

São 17 vacinas para proteger contra mais de 20 doenças
1. BCG – (Tuberculose)

2. Hepatite B

3. Penta – DTP/Hib/Hep B

4. VIP – vacina inativada Poliomielite

5. VOP – vacina oral contra a Pólio

6. VORH – vacinal oral de Rotavírus Humano

7. Vacina Pneumocócica 10 valente – doenças causadas por pneumococos (penumonia, menigite)

8. Vacina febre amarela

9. Tríplice viral – sarampo, rubéola e caxumba

10. DTP (tríplice bacteriana) – difteria, tétano e coqueluche

11. Vacina meningocócica conjugada tipo C – meningite

12. Influenza

13. Tetraviral – Sarampo, rubéola, caxumba, varicela

14. Hepatite A

15. HPV

16. dTpa (gestantes) – difteria, tétano e coqueluche

17. dT (Dupla tipo adulto) – tétano e difteria

 

Vamos ficar atentos para não perder nenhuma vacina!

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O QUE TODA MÃE E PAI DEVEM SABER SOBRE NEWBORN!

fevereiro 18, 2017

Hoje vamos falar de um assunto cheio de fofura!

O famoso ensaio newborn!

As mamães e os papais, mesmo durante a gravidez, já sonham com as fotos que farão do seu bebê. Eles desejam eternizar aqueles momentos repletos de ternura, sensibilidade e delicadeza, seja para guardar como lembrança de um período que passa voando ou para dividir com familiares e amigos.

As fotos de bebês sempre foram e sempre serão um sucesso, ainda mais agora que ganharam um estilo próprio, cheio de detalhes, acessórios e cenários encantadores.

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O ensaio newborn surgiu nos EUA e é uma técnica de fotografia realizada quando o bebê tem ainda poucos dias de vida, no máximo 15. Nesse período, eles ainda estão menos ativos, mais sonolentos e fáceis de serem manuseados pelos fotógrafos. Em resumo, nessa fase, os bebês permitem que sejam feitas uma variedade de poses impossíveis de serem conseguidas com um bebê mais maduro.

Esse tipo de saio permite a captura de detalhes e feições que logo desaparecerão. Os bebês se desenvolvem num ritmo acelerado. De um dia para o outro uma dobrinha desaparece, os fios de cabelo caem e aquela carinha de recém nascido logo vai sumindo…

Chega a ser assustador perceber como eles mudam depressa e você não vai querer deixar de registrar nenhuma dessas fofuras, não é mesmo?

Nós separamos algumas imagens de ensaios newborn, facilmente encontradas em sites de fotografia

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Para quem se encantou e deseja realizar um ensaio newborn com seu bebê, aqui vão algumas dicas:

  • Procurem um profissional experiente, de preferência um que seja especializado na técnica newborn. Isso faz toda a diferença;
  • Se possível, escolham o profissional antes do bebê nascer;
  • Realizem uma pesquisa de preço, os preços podem variar muito, porém a qualidade do trabalho também deve ser levada
    em consideração;
  • Peçam para conhecer o estúdio fotográfico antes de contratar. Observem as condições de higiene e temperatura (em média entre 27 e 28º). Alguns deles disponibilizam som ambiente com músicas calmas e som que imita o barulho do útero. Tudo, para garantir a tranquilidade e conforto do bebê na hora das fotos;
  • Conheçam a variedade de cenários oferecida pelo fotografo. Perguntem se é possível sugerir outros cenários e acessórios para o ensaio do seu bebê;
  • Exijam que o contrato estabeleça o prazo máximo para a entrega do álbum.
  • Façam algumas fotos com a participação dos pais e irmãos. Elas deixam o álbum ainda mais afetuoso e cheio de amor. As roupas dos demais participantes deverão ser de cor neutra, sem estampas;
  • Não esperem muito. Tente realizar o ensaio o mais cedo possível, mas lembre-se que o bebê está se adaptando a um mundo novo e cheio de novidades. Então não queira já fazer o ensaio logo no segundo ou terceiro dia.
  • Tente se manter o mais calmo possível. Ensaio fotográfico com recém nascido exige o dobro de paciência, tanto dos pais quanto do fotógrafo. Portanto, estejam preparados para uma sessão que poderá durar de 2 a 3 horas;
  • Não exijam poses específicas para não criar expectativas que possam ser motivo de frustração. Lembrem-se de que tudo dependerá da boa vontade do bebê;
  • Deem liberdade para que o profissional realize todo o trabalho de manipulação do bebê, como trocas de roupas e modificação de poses. Envolvam-se apenas quando forem solicitados, como no caso da pausa para a mamada.

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E então, gostaram desse banho de gostosura?

Temos certeza que sim, afinal quem não gosta de ver esses piticos ainda mais fofos?!

Até a próxima!

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Os 10 Nomes Mais Escolhidos Para Bebês em 2016!!!

fevereiro 10, 2017

Você já pensou como vai chamar este(a) pequeno(a) que está crescendo aí?!

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No início da gravidez, normalmente o bebê é chamado simplesmente de… “bebê”! Aproximadamente 40% dos pais começam a pensar no nome quando chega próximo de saber o sexo do bebê, ou até mesmo quando já sabem de fato se esperam um João ou uma Maria! Alguns já escolhem um nome de menino e um de menina assim que descobrem a gravidez! Já outros preferem olhar para aquela carinha linda que acabou de nascer e ver “carinha de quê” tem o bebê! Não importa quando o nome é escolhido! O importante mesmo é que o nome do seu bebê seja escolhido com amor!

Alguns pais gostam de escolher nomes diferentes, com significado especial, ou grafia diferente (que às vezes se torna difícil). Mas é preciso tomar cuidado para não cair na esquisitice. Existem pais que pensam na combinação do nome com o sobrenome, pesquisam se existem muitos homônimos para o nome proposto, observam como ficam as iniciais juntas (se não formam alguma palavra indesejada), pensam nos possíveis apelidos… Enfim! Antes de tomar a decisão final, é importante que repitam várias vezes o nome completo, procurem o significado e, se apaixonem pelo nome que irão chamar o amor da suas vidas que está a caminho!

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A escolha do nome para o bebê pode ser influenciada por muitos fatores, desde um desejo de infância de uns dos pais em colocar algum nome específico, até o nome do personagem principal da novela atual! Em 2016, os principais fatores que influenciaram na escolha dos nomes foram reality shows de culinária, filmes e até telejornais. A cada ano, a cada acontecimento no Brasil, ou no mundo, a tendência dos nomes mais escolhidos muda! Em 2016, no Brasil, segundo uma pesquisa do “BabyCenter”, os 10 nomes mais comuns foram:

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VOCÊ SABE MESMO O QUE FAZER NOS PRIMEIROS DIAS DE VIDA DO SEU BEBÊ?

janeiro 27, 2017

O bebê nasceu, e agora o que fazer?
Você teve 9 meses para se acostumar com a ideia da chegada de um novo ser a esse mundo, preparou o enxoval e sua casa com toda calma para recebê-lo, além de se preparar junto ao seu parceiro… Mas na hora H, depois que você tem o bebezinho nos braços você pensa, e agora o que eu faço??
Não precisa se descabelar, nós vamos te ajudar com algumas dicas pra que você saiba pelo menos por onde começar nos primeiros momentos com o seu bebê!!

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Seu bebezinho vai nascer todo melequento e cheio de uma camadinha branca pelo corpo. Isso é normal, se chama vérnix caseoso e serve para proteger a pele do bebê enquanto ele está dentro da sua barriga e após o nascimento. O vérnix não vai sair logo no primeiro banho e nem tente tirá-lo de uma vez, pois isso pode machucar a pele do bebê. Além disso, o vérnix mantém a pele do recém-nascido hidratada e protegida. As genitais, principalmente feminina, tem um maior acúmulo de vérnix, mas de forma alguma você deve forçar sua retirada. Isso deve acontecer aos poucos e de forma delicada!
Após o nascimento seu bebê vai chorar, mas não se assuste, pois esse é o único mecanismo que ele tem para se comunicar. Apesar de ter passado nove meses dentro da sua barriga, é após o nascimento que vocês vão se conhecer de verdade e, para conhecer uma pessoa, precisamos de tempo e convívio. Com o seu bebê não será diferente, leva um tempinho pra se tornar àquela mãe que conhece cada choro do bebê, por isso não se cobre à toa. Primeiro exclua as possíveis causas do choro: fralda suja, fome, sono, dor… Tente banhos relaxantes, músicas que acalmam e até um colinho, que não faz mal à ninguém!

‘O meu bebê está espirrando, ele está doente?’
Não se assuste, os espirros após o nascimento são normais e isso não significa que ele está resfriado. O ambiente externo é muito novo para um recém-nascido e além de estar se acostumando com a forma de respirar pelo nariz, ele também está conhecendo e experimentando uma infinidade de novos cheiros. Por isso, evite perfumes muito fortes perto de um bebê em seus primeiros dias de vida!

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A mamada logo após o nascimento trazem inúmeros benefícios tanto para o bebê, quanto para você. O ideal é que o seu bebê mame logo nas primeiras horas de vida, isso é o que recomenda a Organização Mundial da Saúde. De preferência a primeira mamada deve acontecer nos primeiros 30 minutos de vida do bebê, porém algumas vezes o bebê não vai querer logo de imediato. Não precisa se desesperar, os bebês nascem com uma reservinha de glicose, por isso, ele pode querer dormir ao invés de mamar… A depender do caso, o bebê pode ficar até 4 horas após o nascimento sem mamar. Vá tentando acordá-lo devagar, com muita paciência, sem querer que tudo aconteça como num passe de mágica. Se for preciso, peça a ajuda de um profissional da saúde!
Comece o período da amamentação acordando o bebê para mamar, pois pode ser que ele fique um pouco preguiçoso. Comece acordando-o de 3 em 3 horas e após a descida do leite, vá percebendo a necessidade do bebê, permitindo que ele mame em livre demanda. Nada de deixar 20 minutos em cada peito, deixe que ele aproveite todas as fases do leite! O ideal é que não passe mais de quatro horas entre cada mamada e lembre-se sempre qual foi o último seio que você ofereceu, anotando em um caderninho ou no celular caso necessário.
Antes de oferecer o peito, retire algumas gotinhas do leite e passe em volta do mamilo, isso ajuda a mantê-los hidratados e ajuda o bebê a sentir o cheiro do leite, facilitando sua pega. Após amamentar o neném, lave os mamilos e auréola e seque; caso você sinta ardor, pode usar a pomada de lanolina, que não prejudica na amamentação.

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O bebê tem espasmos nos braços e pode abrir os mesmos no meio do soninho. Você pode achar que ele estava tendo pesadelo, ou que está muito assustado, mas na realidade ele estava acostumado com um espaço bem menor que era o útero e ao esticar seus bracinhos ele encostava-se à parede do útero, o que não acontece mais. Depois que eles nascem eles continuam com esse estímulo, e ao perceber que não tem mais aquela limitação de espaço disparam um reflexo de abrir e fechar os bracinhos. Esses espasmos podem durar até o quarto ou quinto mês do bebê.

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Não se assuste com o cocô do bebê, pois nos primeiros dias vai ser bem escuro, quase preto (parecido com piche), sem um formato característico, bem viscoso e difícil de limpar. Essa primeira fase do cocô se chama mecônio. A melhor opção para realizar a higiene nas trocas de fralda é o uso de algodão molhado com água morna.
Fique atenta ao xixi do bebê, pois nas primeiras 24-48 horas é um indicativo importante para saber se ele está mamando de forma suficiente e mantendo-se hidratado. Caso ele não faça xixi por mais de 24 horas, mesmo após a saída da maternidade, procure um médico para avaliar seu bebê.
Você deve marcar consulta com um pediatra nos primeiros dias de vida (pra ser mais exata, nos primeiros 7 dias) para acompanhar o bebê. Muitas mães marcam consulta antes do bebê nascer para conhecer o pediatra e escolher o que melhor atende suas necessidades, já outras, preferem esperar e ver qual pediatra vai atender o bebê na maternidade. Fica a seu critério escolher a melhor opção.
Faça uma listinha de perguntas para fazer nessa primeira consulta, isso ajuda bastante!
Esperamos que essas dicas possam ajudar um pouquinho, principalmente as mamães de primeira viagem!

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11 Dicas Para Aliviar as Temidas Cólicas do Bebê

janeiro 13, 2017

A cólica do recém-nascido é um dos assuntos mais comuns quando se fala em maternidade. E é, sem dúvidas, um dos desafios mais temidos pelos pais, já que as cólicas muitas vezes parecem invencíveis e intermináveis. Ela aparece por volta da segunda ou terceira semana de vida do bebê, e pode permanecer até o quarto mês, já que neste período o sistema gastrintestinal do bebê ainda é imaturo.

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O choro é a única forma de o bebê comunicar alguma necessidade ou incômodo, como fome, fralda suja, sono, cansaço… E quando você atende a esta necessidade, o choro para! Mas, o choro da cólica parece ser diferente. O bebe chora sem parar, e é realmente muito difícil confortar ou acalmar o bebê durante as crises de cólica.

Como reconhecer um choro de cólica? Se nos primeiros 3 ou 4 meses o bebê já mamou, está com a fralda limpa, não quer dormir e não para de chorar, provavelmente é a terrível cólica o incomodando. Junto com o choro, no momento da cólica, o bebê costuma encolher e esticar as pernas, pode curvar-se para trás, e às vezes liberar gases. Se esses sinais estiverem associados a um choro intenso, aposte na presença da cólica!

Não se sabe ao certo as causas exatas da cólica, não é possível prever se ela irá acontecer ou não, nem em qual momento, qual a intensidade, e nem quando ela irá embora de fato. Cada bebê é um bebê diferente! Talvez seu primeiro bebê tenha uma cólica muito intensa, já o segundo filho não tenha nada! O que se sabe é que o período do dia mais comum que ela costuma incomodar os pequenos é no final da tarde e início da noite, com duração de 30 minutos a 1 hora. Mas, como já sabemos, cada bebê é um bebê diferente do outro. Por isso a cólica pode aparecer em qualquer horário e ter variadas durações.

Hoje existem vários medicamentos para evitar ou tratar as cólicas, muitos deles são importados, e prometem acabar com essa vilã dos bebês (e dos pais). Mas não é bem assim. Todo medicamentos deve ser utilizado apenas com indicação médica, e pode apresentar efeitos colaterais. Sendo assim, os medicamentos são recomendados apenas em último caso, em crises muito intensas de cólica, e para a crise de cólica em si, não como prevenção. Mesmo porque a cólica dura por volta de 30 a 60 minutos, mais ou menos o mesmo tempo em que os medicamentos precisam para fazer efeito. Sendo assim, quando o remédio parecer fazer efeito, na realidade, a cólica está indo embora sozinha e você deu remédio a toa para o seu bebê! Conheça o seu bebê antes de medicá-lo. Observe a duração e intensidade das cólicas dele para escolher o método que você vai utilizar para ajudá-lo a aliviar! E se decidir por qualquer método que envolva dar alguma substância para o bebê, mesmo que sejam gotinhas, mesmo que sejam fitoterápicos, converse com o pediatra antes.

Existem algumas dicas bem efetivas no alívio da cólica do bebê! Sem gasto, sem muito segredo!

  1. Alimentação da mamãe: se o bebê mama no peito e começa a apresentar cólicas, você pode experimentar modificar alguns hábitos alimentares, como evitar alimentos que causam gases, assim como procurar ter uma alimentação mais saudável.
  2. Leite artificial e mamadeira: se o bebê toma fórmula infantil na mamadeira, é interessante que você discuta com o pediatra a necessidade de substituir a fórmula láctea por alguma especial que diminuía a chance de cólica.
  3. Pega correta: se o bebê mama no peito é importante que ele faça uma pega correta e evite engolir ar durante a mamada; no caso de mamadeiras, procure bicos anatômicos que evitam cólicas, e observe se o bico escolhido está adequado para o bebe para evitar que ele engula ar.
  4. Arrotar: é muito importante colocar o bebê para arrotar após as mamadas. Pode ser que ele não arrote todas as vezes, especialmente se ele mama no peito, pois a chances de engolir ar são menores, mas é importante que ele fique pelo menos 15 minutos em posição mais elevada após mamar para que se o ar foi engolido, ele consiga arrotar.
  5. Colinho: não se preocupe em dar todo aconchego para o bebê no momento em que a cólica aparece. No momento na cólica, não é hora de pensar em deixá-lo mal acostumado, ele estará com dor, desconfortável, e precisa de aconchego. Tente colocá-lo no sling ou enrolá-lo em uma mantinha em apertadinho.
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  6. Distração: na maioria das vezes a cólica dura por volta de 30-60 minutos, e em muitos bebês ela pode ser leve. Nesses casos, a distração pode ser uma boa aliada nestes minutos de desconforto. O bebê é muito interessado em coisas novas, e pode esquecer um pouco da dor com alguma coisa que desperte o seu interesse. Neste momento você pode colocá-lo em uma posição de bruços (nos braços, por exemplo), e quando perceber, a cólica já foi embora.
  7. Massagem e bicicletinha: esta dica é bastante comum, e realmente ajuda muitos bebês! Faça massagem na barriguinha do bebê em movimentos circulares no sentido horário; mantenha a mão em formato de concha e utilize uma pressão suave, mas firme. Você também pode fazer movimentos de dobrar e esticar as pernas do bebê, as duas juntas ou uma de cada vez, como se ele estivesse pedalando. O bebê pode liberar gases ou evacuar, o que ajuda a aliviar as cólicas.
  8. Pele a pele: colocar a barriguinha do bebê em contato com a pele da mãe ou do pai (ou de quem quiser ajudar) é uma ótima saída para alívio da cólica. O calor da sua pele irá esquentar a barriga do bebê e ajudá-lo a eliminar gases. Uma boa posição é deitar o bebê de bruços no seu peito. Além disso, o contato pele a pele promove um momento de afeto e aconchego ao bebê. Além da proximidade com você, ele irá ouvir sua voz e seu cheiro, que também irão ajudar a acalmá-lo.
  9. Banho quente: durante a cólica você pode dar um banho quentinho no bebê, num local silencioso ou com uma música relaxante, com pouca luz. Durante o banho você pode conversar baixinho com o bebê e mantê-lo relaxando dentro da banheira por alguns minutos. Este momento pode acalmar o bebê, fazê-lo lembrar da sensação intra útero, e fazer a cólica ir embora.
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  10. Barriguinha quente: você pode colocar uma bolsa de água morna na barriga do bebê (envolva a bolsa em uma fralda e esteja atento à temperatura da bolsa para não queimar a pele sensível do bebê), de preferência com ele na posição de bruços. Outra opção é colocar uma fralda passada no ferro de passar roupas para esquentá-la.
  11. Mantenha-se calma: muitas vezes a cólica do bebê vem para arrematar um momento de muitas mudanças na rotina. Tudo ainda está se adaptando quando o bebê começa com um choro que parece inconsolável. Por isso, é preciso saber o momento de sair de cena, respirar e se acalmar. Se ainda está difícil encontrar algo que alivia a cólica do seu bebê, peça para que alguém te ajudar. Se o bebê chora muito, você fica nervosa e tensa, o bebê sente isso e vai chorar ainda mais. É preciso deixar alguém cuidar do bebê por algum tempo para você tomar um banho e acalmar-se. Muitas dicas aqui podem ser aplicadas pelo pai ou por qualquer pessoa da família que possa te ajudar! Aceite e procure este apoio!

O período da cólica chega a ser desesperador! Mas, se desesperar não vai ajudar. Pelo contrário, pode tornar tudo mais difícil para você! Lembre-se sempre que a cólica não é culpa sua, não é uma doença, é fisiológico, é um amadurecimento do corpinho do seu bebê, e ela vai passar!

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5 Dicas Para Amamentação Com Sucesso e Carinho!

dezembro 19, 2016

É de extrema importância que você se informe sobre a amamentação ainda durante a gravidez. Isso te ajudará a enfrentar as dificuldades que poderão surgir, quando você já estiver com seu pacotinho de amor nos braços.

A sua maior aprendizagem vai acontecer, quando você vivenciar as situações com seu bebê, porém toda mãe quer o melhor para seu filho e estar preparada já é um ótimo começo.

O leite materno é o melhor alimento para o bebê porque é o mais completo e saudável. Além de ser um momento único de vínculo entre você se seu bebê. Porém, amamentar não é tão fácil quanto parece, e você precisa ser persistente!

  • Conheça seu tipo de mamilo

Existem 4 tipos de mamilo: protruso, plano, invertido e pseudoinvertido (se projeta pra fora quando estimulado). Muitas mulheres dizem que não conseguiram amamentar por causa do seu tipo de mamilo, porém esse fato isolado não é o responsável pelo insucesso de uma amamentação. Mesmo mulheres com um mamilo plano ou invertido conseguem amamentar seu filho normalmente. A grande diferença é que o mamilo invertido ou plano exige mais paciência e persistência para conseguir que o bebê faça a pega correta, que é um dos fatores mais importantes na amamentação.

Um dos truques para mulheres com esse tipo de mamilo são as chamadas conchas plásticas, para serem usadas antes e durantes a amamentação. Essas conchas vão fazer uma suave pressão sobre a auréola ajudando o mamilo a se projetar mais pra fora. Além disso, elas são uma ótima opção para substituir os conhecidos absorventes para o seio.

  • Saiba o que fazer quando o seu leite “descer”

A apojadura acontece entre o primeiro e o terceiro dia após o nascimento do bebê e é muito conhecida como a “descida do leite”. É de extrema importância que você saiba o que fazer nesse momento, para não causar alguns problemas que pode deixar a amamentação mais difícil.

Quando acontece a descida do leite, o seu peito pode ficar bem dolorido e muito cheio até que sua produção de leite se adeque à necessidade do seu pequeno. O que você deve fazer é massageá-lo, em movimentos circulares, começando na base do peito e terminando no mamilo. Isso para que você consiga retirar um pouco do leite que veio de uma vez, antes de oferecer para o bebê, pois se as mamas estiverem muito cheias e endurecidas o bebe vai ter dificuldade para fazer a pega e sugar. Pode acontecer o ingurgitamento da mama, formando vários “gominhos” endurecidos, que nada mais é que o acúmulo do seu leite nos ductos da mama e seu endurecimento. A função da massagem é justamente dissolvê-los para que você consiga retirar o leite acumulado.  Isso pode ser desconfortável, ou até ser doloroso no início, mas é necessário, pois quanto mais leite acumular, mais vai doer e piorar a situação, prejudicando a amamentação e sua saúde. É importante nesse momento contar coma ajuda de alguém, que possa realizar a massagem pra você. Caso necessário, procure por ajuda de algum profissional, seja um atendimento personalizado, no banco de leite ou no posto de saúde mais próximo da sua casa.

Tome cuidado com alguns conselhos que mais atrapalham do que ajudam. Nunca, em hipótese alguma, coloque compressa quente ou o peito embaixo do chuveiro com água quente. Isso pode aliviar momentaneamente o desconforto, mas vai fazer com que os ductos mamários se dilatem e ofereça “mais espaço” para o leite, e depois o seu peito vai ficar ainda mais cheio, piorando a situação.

  • Conheça as posições que você pode amamentar

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Estas são sugestões de posições mais comuns, mas lembre-se: a melhor posição para amamentar é aquela que você e seu bebê se sentirem bem!

  • Saiba a importância de preparar seu peito antes do bebê mamar

Quando chegar a hora do seu bebê mamar, ele vai ficar desesperado, pode chorar e te deixar nervosa, com vontade de ajudá-lo o mais rápido possível. Porém, você precisa se manter calma para conseguir raciocinar e saber o que fazer. Primeiramente, antes de oferecer o leite para o bebê, você deve esvaziar a mama, retirando um pouco do seu leite, isso ajudará o bebê a fazer a “pega” correta. Se o bebê tentar mamar com o seu peito cheio, ele não vai conseguir puxar o leite, isso porque a boquinha dele não conseguirá fazer a ordenha necessária para que o leite saia.

Outra dica importante é ordenhar gotinhas de leite antes e depois de colocar o bebe para mamar e passar em toda a aréola e no bico do peito. O leite materno, além de ajudar a hidratar a pele das mamas, protege a pele contra “rachaduras” durante a amamentação.

  • Tome banho de sol

Deixar os mamilos tomarem sol é muito importante para melhorar a amamentação, pois torna a pele dos mamilos mais resistentes e previne rachaduras. O ideal é tomar cerca de 15 minutos de sol por dia, antes das 10 horas da manhã e depois das 16 horas da tarde.

Caso o tempo esteja nublado ou você não tenha um lugar adequado para fazer isso, a solução é utilizar lâmpadas de 40 watts com uma distância de 15 cm do seio. Lembre-se que a distância é importante e jamais deve causar desconforto.

Esta dica é valida também durante a gestação! Não utilize creme, pomadas ou bucha no mamilo, exponha o seio ao sol por 15 minutos, até às 10 horas da manhã ou após as 16 horas. Use sutiã confortável e não fique apertando o mamilo para verificar se já tem leite. Tudo no seu tempo, certo?!

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Siga sempre as orientações de um profissional capacitado, da sua confiança! E rumo ao sucesso na amamentação!

BABY COACH

Um Novembro Bem Roxinho…

novembro 30, 2016

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O mês de novembro marca a importância da conscientização e luta para prevenir o parto prematuro, sempre que possível. E também para refletir sobre a qualidade e a humanização do atendimento oferecido para os bebês que acabam nascendo antes da hora e suas famílias.

O Dia Mundial da Prematuridade, celebrado no dia 17 de Novembro, tem como objetivo chamar a atenção para este grave problema de saúde pública, que afeta o futuro de tantas crianças e de suas famílias em nosso país e em todo o mundo.

E nada melhor que fechar esse mês conscientizando todas as pessoas sobre a importância de se prevenir, sempre que possível, um parto prematuro.

Não queremos assustar ninguém, mas precisamos falar mais sobre parto prematuro!

Ninguém espera passar por um parto prematuro, mas todas as gestantes estão sujeitas a ele. Por isso, é preciso abordar o tema com toda população, mas principalmente com as adolescentes e mulheres em idade fértil ou que planejam ter um filho.

Cerca de 15 milhões de bebês nascem prematuros em todo o mundo e as causas mais comuns são as causas maternas. Nem sempre a prematuridade dá sinais de que vai acontecer e ainda não se conhece todas as causas que levam ao parto prematuro; em muitos casos não se consegue associá-la a uma causa específica. Porém alguns fatores que acarretam um risco maior do parto acontecer antes da hora já são conhecidos, e muitos ainda podem ser evitados ou tratados.

Entre esses fatores estão: infecções urinárias, hipertensão, descolamento prematuro da placenta, diabetes, alterações de tireoide, infecções congênitas como toxoplasmose, sífilis e HIV, além do uso de bebidas alcoólicas, drogas ilícitas e alguns medicamentos.

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O bebê também pode apresentar motivos que levem ao nascimento prematuro, como algumas síndromes genéticas e malformações, por exemplo.

Mas como um parto prematuro pode ser evitado?

Algumas ações simples podem ajudar a evitar um nascimento antes da hora:

– Converse com seu ginecologista/obstetra antes mesmo de engravidar. Ele poderá lhe dar conselhos muito úteis para que você inicie a gravidez de maneira saudável e evite um parto antes do tempo.

– Assim que o resultado der positivo, avise seu médico imediatamente! Quanto antes o pré-natal for iniciado, melhor para a mãe e para o desenvolvimento do seu filho.

– Revele ao médico o seu histórico de saúde. Doenças crônicas e reações alérgicas que você já apresentou, história familiar, assim como o histórico de saúde do pai do bebê. Tente lembrar-se dos mínimos detalhes; eles podem ser importantes!

– Siga as consultas e exames do pré-natal rigorosamente! Dê importância a todos os exames e orientações que serão realizadas durante a gestação.

– Esteja vigilante sobre sua pressão arterial e a verifique sempre que achar conveniente.

– Mantenha uma dieta equilibrada.

– Mantenha-se numa faixa de peso adequada. Converse com o obstetra e, se preciso, faça acompanhamento com nutricionista.

– Evite bebidas alcoólicas: o álcool durante a gestação, mesmo em doses muito pequenas,pode ter efeitos bastante nocivos para a criança, incluindo retardo mental, dificuldades de aprendizagem, malformações e problemas de desenvolvimento.

– Seja responsável e não fume, por favor!!! O fumo aumenta chances de parto prematuro, o bebê pode nascer com baixo peso e a morbimortalidade dos recém-nascidos é maior.

– Não se automedique! Alguns remédios são altamente perigosos para as gestantes e esses avisos, na maioria das vezes, estão escritos com letras bem pequenininhas nas bulas dos medicamentos.

– Exercite-se! Se o seu médico autorizar e sempre com acompanhamento profissional.

– Mantenha seu calendário de vacinação atualizado! Converse com seu obstetra sobre o assunto: algumas vacinas estão contraindicadas na gravidez, e outras necessitam reforço.Esteja atenta e informada!

– Não se esqueça do ácido fólico e da vitamina B12! Eles vão garantir que seu bebê não desenvolva malformações e danos no sistema nervoso. O consumo do ácido fólico deve ser iniciado antes mesmo da concepção do bebê. Esses nutrientes são facilmente encontrados em alimentos de origem animal (carnes, laticínios, ovos) e em vegetais verde-escuros.

– Esteja sempre alerta para sangramentos e observe líquidos e secreções vaginais.

– As gestações múltiplas (gêmeos, trigêmeos, ou mais) também tem mais chance de ter um parto prematuro e dificilmente chegam ao termo. Por isso em uma gestação múltipla é preciso mais repouso no final da gestação, pois cada dia a mais na barriga da mamãe diminui as chances de complicações para os bebês.

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Não podemos nos esquecer de que esses pequenos grandes guerreiros são verdadeiros milagres na vida de um pai e de uma mãe.

Na maioria dos casos a prematuridade não tem um culpado. Muitas vezes a mãe assume a responsabilidade por seu bebê ter nascido antes da hora, mas desde que ela tenha seguido as orientações e hábitos corretamente, essa responsabilidade não é dela. Como já dissemos, algumas causas da prematuridade são conhecidas e evitáveis, mas em outros casos ela acontece sem causa, para trazer esses pequenos guerreiros ao mundo.

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“ Só há duas maneiras de viver a vida: a primeira é vive-la como se os milagres não existissem. A segunda é viver como tudo fosse milagre.”

Albert Einstein – prematuro

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