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Bebê

Picos de crescimento dos bebês

agosto 11, 2017

Em algum momento você achou que o seu bebê estava mamando mais que o normal, ou cresceu de repente, mudou inclusive a fisionomia de uma semana para a outra? Pois bem, você não estava errada, isso realmente aconteceu.

Quando o bebê nasce tudo se torna totalmente estranho, novo, são cheiros, formas, luzes, fome, dor, sono, frio, calor, milhões de sensações e sentimentos novos que ele não sentia no útero materno, que ele ainda não compreende.

Cada mês de vida do bebê muitas mudanças ocorrem e são aparentemente visíveis. Os bebês mudam a sua aparência física, a cor dos olhos, a cor dos cabelos e também descobrem coisas novas, começam a focar seus olhos em um objeto, começam a sorrir, a pegar os objetos com as mãos, cada mês é uma novidade.

Essas mudanças e habilidades não são adquiridas gradativamente, dia após dia e sim adquiridas em picos. Por exemplo, uma coisa que acontece com todos os bebês e que demonstra esse crescimento são as roupas do bebê. Você já reparou que simplesmente de uma semana para a outra as roupas deixam de servir? O crescimento e o aprendizado dos bebês têm esses períodos de aceleração, momentos de grande “explosão” e outros de desaceleração, por isso são chamados de Picos de crescimento.

Durante os picos de Crescimento os bebês sentem uma necessidade maior de mamar, eles precisam de mais alimento e nutrientes, pois é exatamente nesses períodos que os bebês crescem e engordam mais.

A produção de leite da mãe acompanha esse ritmo e como nesses períodos os bebês acabam precisando de mais leite, eles necessitam mamar mais vezes para conseguir suprir toda a sua necessidade.

É importante alimentar os bebês sempre que eles solicitarem durante as crises, pois é uma questão de necessidade e não de fugir da rotina. Aliás, a amamentação em livre demanda é indicada em qualquer momento.

Nos picos de crescimento o bebê fica mais agitado, acorda várias vezes a noite desejando mamar a cada hora e muitas vezes sugando com mais força.

É fundamental os pais estarem cientes de que essa fase vai chegar, e que para alguns bebês será mais difícil que para outros, mas acontece com todos e não significa que a mãe está produzindo menos leite, na verdade é o bebê que esta sentindo mais necessidade de alimento para crescer. O ideal é deixar ele mamar o quanto ele quiser, de hora em hora, várias vezes a noite, assim, a produção de leite aumentará de acordo com a necessidade dele.

Não é uma fase fácil de passar, pois é muito cansativa,  mas logo tudo volta ao normal. Cuidado para não cometer alguns erros comuns, como o de introduzir fórmulas infantis desnecessariamente, por achar que o fato do bebê mamar mais, com maior frequência  e mais vigor está sendo causado pela falta de leite.  Converse sempre com o pediatra do seu filho e não se desespere!

Mas afinal, quando isso pode acontecer com o meu bebê e por quanto tempo vai durar?

Geralmente uma semana, mas cada bebê tem necessidades diferentes e esse tempo pode variar. De qualquer forma não são períodos longos, alguns picos duram 2 dias, outros 7, outros 10.

O quadro abaixo mostra quando isso pode acontecer com o seu bebê, mas devemos lembrar que pode variar de um bebê para o outro.

 

 

Picos de crescimento

 

7-10 dias

2-3 semanas

4-6 semanas

3 meses

4 meses

6 meses

9 meses

BabyCoach

25ª SEMANA MUNDIAL DE AMAMENTAÇÃO

agosto 4, 2017

Estamos na 25ª semana mundial de amamentação e o tema esse ano foi sobre O TRABALHO CONJUNTO PARA O BEM COMUM.

E nós do blog enlaçados juntamente com a empresa BacyCoach não poderíamos ficar de fora dessa  e dar a nossa contribuição sobre esse tema tão lindo, o qual amamos falar!

Este mês estamos comemorando o Agosto Dourado em apoio ao aleitamento materno. A cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite materno, além disso é uma cor toda especial, que já percorre o mundo com o seu laço simbólico. São trinta dias, em que são celebrados a promoção, a proteção e o apoio ao aleitamento.

Há cerca de vinte anos, entre os dias 1º e 7 de agosto acontecem ações, no mundo todo, em prol da amamentação e a Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM) faz parte de uma história focada na sobrevivência, proteção e desenvolvimento da criança.

Os objetivos desse ano é buscar o apoio dos governos e diversos setores da sociedade para PROMOVER, PROTEGER e APOIAR a amamentação; construir alianças sem conflitos de interesses para fortalecer as políticas e programas de aleitamento materno e alimentação infantil; e mobilizar e desenvolver ações para a promoção, proteção e apoio à amamentação e práticas adequadas de alimentação infantil.

O slogan da campanha esse ano é Amamentar: ninguém pode fazer por você. Todos podem fazer JUNTO com você! E a intenção é desencadear ações conjuntas em prol da amamentação, afinal juntos somos mais fortes.

Como bem sabemos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a amamentação é a principal forma de fornecer ao bebê os nutrientes necessários para sua sobrevivência e seu desenvolvimento. Nos primeiros seis meses de vida, o ideal é ocorrer o aleitamento materno exclusivo, sem a complementação com nenhum alimento e se estender até os dois anos ou mais, combinados com outros alimentos. A estimativa é que a amamentação exclusiva até os 6 meses salve pelo menos 6 milhões de crianças no mundo todo.

Além dos benefícios proporcionados pela amamentação aos bebês, o aleitamento contribui e muito para a saúde das mamães. Além da perda de peso e recuperação pós-parto mais rápida, a amamentação previne na mulher o câncer de mama, de útero e ovário, diminui os riscos de hemorragia pós parto e estreita a relação mãe-filho.

No mundo, apenas 40% das crianças são amamentadas exclusivamente, até seis meses de idade. A meta global até 2025, é que pelo menos 50% dos lactentes sejam amamentados (OMS – Organização Mundial da saúde)

Segundo Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS “A amamentação dá aos bebês o melhor começo possível na vida”, além disso, “O leite materno funciona como a primeira vacina de um bebê, protegendo-o de doenças potencialmente mortais e dando-lhe todo o alimento que precisa para sobreviver e prosperar”.

Sabemos o quanto é difícil amamentar e persistir. Não é um caminho fácil a ser percorrido, por isso vamos incentivar, apoiar e ajudar aquelas mulheres que estiverem com alguma dificuldade na amamentação. E essa ajuda não é aquela palpiteira não, mas sim oferecer a ajuda necessária, demonstrando apoio, ensinando estratégias que ajudem na amamentação e levando informação de qualidade e que possa ajudá-la.

Além disso, vamos cobrar mais eficácia das políticas públicas voltadas para esse tema, com o aumento do investimento governamental, de forma que o jogo de interesses entre governo e indústrias seja deixado de lado e a saúde das crianças seja nosso objetivo maior!

#SMAM2017 #JuntosPelaAmamentação #AleitamentoMaterno #AgostoDourado #PadrãoOuro

 

 

 

 

Precisamos Falar de Icterícia!

julho 21, 2017

A icterícia neonatal ou icterícia do recém-nascido é um quadro que provoca coloração amarelada na pele e nos olhos de um bebê recém-nascido.

A icterícia aparece no bebê saudável quando o sangue fica com excesso de uma substância chamada bilirrubina (hiperbilirrubinemia), que é produzida durante o processamento pelo organismo dos glóbulos vermelhos de que ele não vai precisar mais. Os recém-nascidos tendem a ter níveis de bilirrubina mais elevados porque possuem hemácias extras no corpo, e seu fígado ainda não consegue eliminar o excesso de bilirrubina.

Na maioria dos bebês, a iciterícia é um fenômeno normal e transitório. No entanto, em alguns casos, os níveis sanguíneos de bilirrubina podem elevar-se excessivamente, alcançando níveis que são tóxicos para o sistema nervoso central.

A icterícia fisiológica, que é aquela que é considerada normal e esperada, inicia-se entre o  3º e 10º dias de vida e desaparece em até 2 semanas. Nos bebês prematuros, ela pode demorar um pouco mais. Como a imensa maioria dos recém-nascidos melhora espontaneamente da icterícia, o tratamento só é indicado nos casos mais graves.

Quando a icterícia é bem leve, o médico pode indicar apenas um banho de sol de cerca de 15 minutos de manhã e à tarde, antes das 10h e depois das 16h. O banho de sol ativa a produção de vitamina D, que além de facilitar na absorção do cálcio, também ajuda a eliminar a bilirrubina em excesso no corpo.

A fototerapia é o tratamento mais utilizado para baixar os níveis mais altos de bilirrubina no sangue. O recém-nascido é colocado sob uma luz azul fluorescente que age quebrando a molécula de bilirrubina depositada na pele em pedaços, facilitando a sua excreção na urina e nas fezes. A melhora do caso pode se perceber muito rápido já que a pele que antes estava bem amarela começa a tomar tons mais normais já no segundo banho de sol, ou primeiro dia de fototerapia.

A luz ultravioleta ou a luz do sol agem na pele do bebê transformando o excesso de bilirrubina em substâncias que são mais fáceis de serem eliminadas pelo fígado.

Mais de 50% dos bebês saudáveis e absolutamente normais ficam com a pele amarelada nos primeiros dias depois de nascer. Se isso acontecer com seu bebê, não é preciso se apavorar, mas é preciso falar com o pediatra. Porém, devemos lembrar que a icterícia pode alcançar níveis mais altos e graves, se não tratada. Por isso a importância do banho de sol e consultar o pediatra para uma avaliação completa.

O que importa mesmo é o bebê tomar banho de sol independente de ter ou não sinais da icterícia neonatal aproveitando o solzinho da manhã ou da tarde!

Passeios com o recém-nascido – Um alerta aos pais!

junho 30, 2017

Assim que o bebê nasce, a maior vontade dos pais é mostrá-lo para todo mundo e agregar isso à um bom passeio é melhor ainda, certo? Porém, alguns cuidados devem ser tomados, afinal o bebezinho ainda é muito frágil e não está protegido contra várias doenças, que podem ter consequências sérias.

Mas quanto tempo esperar até que eu possa sair e passear com um recém-nascido?
Não existe uma recomendação exata sobre o momento em que é permitido sair de casa com um recém-nascido. Porém, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) o ideal é que os recém-nascidos se ausentem de casa apenas nas necessidades: consulta médica, vacinação, realização de testes de triagem neonatal (ou mais conhecido como Teste do Pezinho). Ir ao shopping ou a festinhas de crianças não é recomendado pelo risco de contrair alguma doença e isso ocorre pelo fato de serem locais fechados, sem ventilação adequada e com um grande aglomerado de pessoas. O mais recomendado é ficar em casa, se possível, até o final do segundo mês de vida, momento em que o bebê já se adaptou a amamentação e recebeu as primeiras vacinas para sua proteção imunológica.

Caso você precise sair de casa e levar o seu bebê, lembre-se de que o ideal é que sejam passeios breves, em locais tranquilos, arejados e com pouca gente, preferencialmente ao ar livre. Evite que as pessoas toquem no rosto do bebê; não permita beijinhos de estranhos (podemos não saber quem está doente ou não) ou que o peguem no colo se estiver dormindo. Os recém-nascidos precisam de muitas horas de sono e não devem ser incomodados quando estiverem descansando, isso pode lhes causar um estresse desnecessário. Os bebês muito novinhos não devem sair de casa com mais frequência do que o necessário!

Os banhos de sol podem ser feitos no quintal de casa, ou na área aberta do prédio (em um momento com pouca circulação de pessoas)e no período da manhã.

12 Dicas para não errar quando for visitar um recém nascido!

junho 23, 2017

Ninguém resiste à notícia de um nascimento, seja de uma amiga, irmã, cunhada, ou apenas conhecida… Mas, como saber quando é a hora certa de visitar? E como devo me comportar? Neste post vamos trazer algumas dicas para ajudar nesse momento, que deve ser apenas de alegria!!

A primeira coisa que devemos ter na hora de visitar uma família que acabou de ter um bebê é Bom Senso – isso mesmo, bom senso nunca é demais. Nós -não grávidas – estamos felizes e excitadas com a chegada de um bebê, mas às vezes esquecemos que o casal precisa de um pouco de espaço para se adaptar a nova rotina.

Então nós recomendamos não ir logo na primeira semana. A gente sabe que a ansiedade é grande e você pode até deixar um recadinho no celular de parabéns, mas respeite o tempo deles. Se coloque a disposição e ajude caso sejam solicitados, mas você pode esperar um pouco para visitá-los. Isso não pega mal, pelo contrário, os novos pais vão aprovar.

Aqui vai algumas dicas legais para vocês não errarem na visita ao recém-nascido!

1. Ligue antes de uma visita, sempre. Surpresas não são muito bem vindas nas primeiras semanas com um recém nascido. Combine o melhor horário para a família, pois pode ser a hora da soneca, da mãe e do bebê, afinal no começo o bebê não tem muitos horários definidos para isso.

2. Essa visita não deve demorar mais do que 30/45 minutos, o suficiente para saber como a mamãe e o novo bebê estão passando e se precisam de algo.

3. Leve algo para o bebê, mas que tal levar algo para o casal também? Tenho certeza que eles vão apreciar esse gesto. Uma boa opção é fazer a visita e levar uma comida pronta, para oferecer aos pais, que nem sempre têm tempo de cozinhar. Mas lembre-se de saber o gosto dos anfitriões!

4. Evite combinar visitas nos horários de refeição, afinal quando nasce um bebê, a rotina da família se altera de tal forma que fazer uma refeição completa representa quase um milagre.

5. Não vá se estiver doente! Como o bebê acaba de chegar ao mundo, ainda não tem o sistema imunológico completamente desenvolvido, nem tomou todas as vacinas. Por isso, ele fica mais suscetível a ação de vírus e bactérias. Melhor se recuperar totalmente antes de conhecer o recém-nascido.

6. A maior parte das mães de recém-nascidos deixa bem aparente para as visitas um frasco de álcool-gel. Não é frescura, nem exagero. Se elas disponibilizam o produto, é porque querem que você use, principalmente antes de pegar o bebê. Não custa, né? Mesmo que elas não tenham um pote para oferecer, lembre-se de lavar sempre as mãos, para proteger o bebê.

7. Apesar de lavar as mãos ou passar o álcool-gel, nossa mão é cheia sujeira, por isso, evite pegar nos dedinhos do pequeno e também não o beije. Pegar no colo, só se a mãe oferecer.

8. Nada de perfumes ou fumar antes da visita…. Devemos sempre lembrar que estamos indo visitar um bebê e seu olfato é muito sensível aos novos cheiros. Sem falar na possibilidade de ele ter uma série de alergias ou restrições, que ainda não foram percebidas.

9. Até agora para todas as visitas a mãe contou sobre as dores do parto, a internação e o nascimento do filho, mas quando você chegar que tal dizer para ela que você ficará com o bebê e que ela pode ir tomar um banho e levar o tempo que precisar, pois você está a postos se o bebê precisar?! Ela vai amar, afinal alguém pensou nela.

10. Se você for bem próxima a família, por exemplo, se ofereça para fazer pequenas tarefas como “tirar o lixo”, repor a dispensa com frutas novas e frescas, por gasolina no carro dela ou outra tarefa menor. Os pais gostariam desse agrado, pois eles ainda estão se adaptando a uma nova rotina e pode ter pequenas tarefas acumuladas.

11. Se ao chegar na casa e a mamãe estiver amamentando, deixe ela sozinha com o bebê, nada de invadir esse momento especial…. Esse momento é dos 2.

12. Não tire fotos, se a mãe não permitir…A gente entende que aquele rostinho é muito fofo, assim como a mãozinha, a roupinha e os cabelinhos e que, por isso, a vontade de fazer uma foto e postar nas redes sociais, para compartilhar com o mundo, é quase incontrolável. Mas segure-se! Só tire fotos e publique na internet se os pais permitirem. Ainda assim, evite o uso de flashes, que podem incomodar o bebê.

Esperamos que essas dicas ajudem na sua primeira visita à um recém-nascido!!!

 

O quarto trimestre da gestação e a exterogestação.

junho 9, 2017

A exterogestação compreende os primeiros 9 meses da vida extra-uterina do bebê, tempo geralmente suficiente para aprender a engatinhar, começar a se alimentar e dessa forma, sair de situações de risco quando está “longe” de sua mãe.

A gestação leva 9 meses, mas o bebê não está efetivamente pronto, pois se compararmos aos outros mamíferos ele é imaturo e depende muito mais dos cuidados de um adulto. O recém-nascido não consegue se levantar, coordenar os movimentos, se aquecer, se virar… A espécie humana – mamífera e bípede –  continua se desenvolvendo fora do útero, diferente dos demais animais, que já nascem andando. O cérebro se desenvolve e cresce tanto depois do nascimento, que o parto vaginal seria inviável (caso a gestação durasse mais tempo) e por isso, mesmo a gestação sendo completa o desenvolvimento continua acontecendo.

Ao final da exterogestação, o cérebro desenvolveu 50% e até 2 anos 80%, ou seja, estimular o bebê, dar atenção, amor e alimentação adequada nesse período faz toda a diferença.

O quarto trimestre

O pediatra Harvey Karp, autor do livro “O Bebê Mais Feliz do Pedaço. Por quê?” diz que devemos pensar nos três primeiros meses de vida do bebê como o quarto trimestre da gestação. Logo, reproduzir o que ele ouvia e via, os cheiros, sabores, texturas e temperaturas que sentia dentro do útero podem ajudar a acalmá-lo e a se sentir são e salvo – assim, ele vai chorar menos e dormir melhor. Para ele, o DESEJO de acalmar o bebê é instintivo, mas COMO fazê-lo não é, pois acalmar o bebê é uma habilidade que deve ser desenvolvida e aprimorada.

O quarto trimestre é a continuação da gestação e esses três primeiros meses de vida extra-uterina acabam sendo o tempo necessário para a adaptação do bebê no mundo aqui fora.

O silêncio absoluto incomoda, pois ele estava acostumado com os batimentos cardíacos, líquido e fluxo sanguíneo.

A luz excessiva também incomoda, pois ele estava sempre protegido de grandes variações de luminosidade.

O vazio ao redor, frio, movimentos irrestritos, também, pois ele estava acostumado a ficar contido em um espaço, seguro e sem grandes interferências.

Qualquer coisa assusta. O bebê recém-nascido precisa de colo, precisa ser acalentado, ouvir batimentos cardíacos, precisa de peito e calor humano para que se acalme. Você deve reproduzir as condições em que ele vivia dentro do útero para que ele se sinta seguro.

Acalme-o pelo tato

O berço do seu filho parece um galpão comparado com a confortável ambiente do qual ele acaba de ser expulso. Como as coisas eram apertadinhas no útero, o bebê estava acostumado ao estímulo tátil permanente. Alguns especialistas dizem que a transição do útero para o mundo fica mais fácil se o bebê é lembrado desse embrulho.

  • Faça o famoso pacotinho, ou charutinho. Com isso trazemos a sensação da limitação, assim como acontecia no útero.
  • Uma maneira de recriar a sensação física que o bebê tinha no útero é tirar a blusa e segurá-lo de encontro ao peito, contato pele a pele.  O pai também pode tirar a camisa e experimentar esse contato!
  • Massageie seu bebê, suavemente, por cerca de 10 minutos diariamente. Ele vai dormir melhor. A Shantala é uma ótima opção!

Acalme-o pelo olfato

Estudos vêm mostrando que o feto tem noção de odores, pois toda criança consegue reconhecer sua mãe pelo cheiro imediatamente após nascer.

  • O seu cheiro não só é reconhecível – é o melhor calmante que existe. Emprestar seu cheirinho a objetos que ficam perto de seu filho é uma boa maneira de acalmá-lo.
  • Não abuse de perfumes. Cheiros muito fortes, que não chegavam até o bebê pelo líquido amniótico – como o aroma de produtos de casa, banho e higiene – podem irritar o olfato de um recém-nascido. É bom dar um descanso para seu perfume também, mesmo que você tenha usado durante a gravidez.

Acalme-o pela audição

Se você anda na ponta dos pés desde que saiu da maternidade, pode parar. Não é o silêncio que vai acalmar seu bebê. Como já dissemos anteriormente, a falta de barulho é algo estranho para ele. O primeiro sentido que um embrião desenvolve é a audição, por volta de nove semanas. Na barriga, o bebê ouvia os sons do corpo da mãe. Além disso, todo barulho de fora acaba fazendo parte da sinfonia que rola dentro do útero.

  • O jeito mais fácil de você reproduzir a “música ambiente” do útero é fazer o clássico “shhh”. E pode fazer bem alto: “O barulho que o bebê escuta dentro do útero é mais forte que o de um aspirador”, de acordo com o dr. Karp. Tente chegar perto do volume do choro do bebê.
  • Converse com seu bebê. Seu bebê ouvia a sua voz antes de nascer. Falar com seu filho vai acalmá-lo. Também leia em voz alta. Recém-nascidos podem reconhecer uma história que você contou muitas vezes durante a gravidez. Neste caso, fale devagar e baixinho.  Coloque sons que você estava habituada a ouvir durante a gravidez, como música, por exemplo.

Acalme-o pela visão

A visão começa a se desenvolver por volta de 26 semanas de gravidez. Com poucos dias de vida, o bebê distingue entre a imagem de sua mãe e a de um estranho. Ajuste a luz. No útero, seu filho conseguia perceber um pouco da luz de fora, sim. Uma luz bem suave pode acalmá-lo.

  • Mostre seu rosto. Seu rosto deixa o bebê aliviado, pois está associado com o cheiro e com a voz que ele conhece desde a barriga. Pode ser difícil olhar nos olhos de uma criança no maior berreiro, mas respire, aproxime-se e fale com voz calma.
  • Mas atenção, permita que ele tenha contato com a luz, especialmente a natural, para que ele possa diferenciar o dia da noite. O seu filho não percebe que madrugada é hora de dormir, pois na barriga, dia e noite eram a mesma coisa para ele. O Dr Karp explica que “Se você quer organizar o ritmo das sonecas do bebê, exponha-o à luz.” Para ele, a solução para corrigir bebê que fica acordadão durante a noite é dar umas voltinhas com ele durante o dia, no carrinho.

Acalme-o pelo paladar

No útero, o bebê podia experimentar os alimentos que você consumia via líquido amniótico. Depois, ao ser amamentado, o bebê pode ter preferências pelo sabor dos alimentos que passam pelo leite da mãe.

  • Vá com calma. Dê mais um tempo para voltar a consumir aquele roquefort proibido pelo médico durante a gravidez. Alimentos muito diferentes causam estranhamento para o seu pequeno.
  • Coma bem. Mantenha a dieta que fazia durante a gravidez. “Tem gente que diz para evitar alho enquanto se amamenta, mas alguns bebês até preferem, pois é com o que estão acostumados”, diz o dr. Karp.

Agora é só colocar essas dicas em prática e aproveitar um bebê calminho, calminho!!

 

Sustentabilidade e Amamentação!

maio 20, 2017

Nas últimas décadas a tecnologia tem invadido a vida da população mundial. E não foi diferente com a maternidade. A sociedade influencia as famílias desde a forma como criar e educar os filhos, até na alimentação, e propagam tudo que for derivado desta tecnologia como sendo a melhor opção, e que oferecer o máximo de tecnologia e desenvolvimento disponíveis para os filhos é o que trará mais benefícios se comparado ao que é saudável e natural.

Existe sim um caminho tecnológico extremamente a favor de uma vida saudável. Mas é preciso saber onde está a linha muito tênue que define o limite do que faz bem e do que passa a fazer mal. Para saber usar da tecnologia de uma forma saudável é preciso PONDERAR. Ponderar o que ouve, o que lê, o que assiste, o que compra, o que usa… E o que faz de tudo isso que está disponível em qualquer lugar, a qualquer preço, para qualquer pessoa.

Onde tudo isso entra na Maternidade?! Há pouco tempo a sociedade acordou para uma prática que estava sendo usada de forma distorcida:  as cesáreas agendadas. Esta prática foi vista (e ainda é, por algumas pessoas) como uma prática “moderna” e “contemporânea”, e em contrapartida, o parto normal passou a ser “ultrapassado” e “inconveniente”.  E isso acontece também com o uso de leite artificial e alimentos industrializados e processados, que dizem em seus rótulos oferecer tudo que o bebê e a criança precisam. Dando a impressão de que a mãe e os alimentos naturais não são capazes de fazer. Errado! Muito errado! Essas práticas atuais derivadas de um “desenvolvimento tecnológico” além de trazer malefícios para a saúde das crianças (e na vida adulta também), como também não são práticas sustentáveis. Você já parou para pensar nos custos de produção desses alimentos e dos utensílios necessários para utilizá-los? Por exemplo, para oferecer o leite artificial: tem todo o processo de produção do leite, da lata, do rótulo, a mamadeira, o bico, as embalagens… e assim vai. E após o uso, também gera um alto custo com resíduos e descarte, degradação do meio ambiente e diminuição dos recursos naturais do planeta. Nós já conseguimos sentir algumas consequências deste “mau uso” dos recursos naturais. E você já pensou também que será NESTE PLANETA que o seu filho vai crescer e viver?!

Na Semana Mundial de Aleitamento Materno em 2016 o tema abordado foi o desenvolvimento sustentável. Já que com base nos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, foram criados 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, e, apesar do aleitamento não ser um objetivo específico, é impossível pensar no cumprimento de muitos deles sem o aleitamento materno. (Leia mais em: http://www.ibfan.org.br/site/wp-content/uploads/2016/04/1-A-Semana-Mundial-do-Aleitamento-Materno-2016-traz-um-tema-amplo-e-que-vem-de-encontro-com-a-situacao-atual-do-mundo.pdf)

Sem dúvidas essas tecnologias vieram para suprir necessidades de casos específicos, de crianças em situações especiais. Mas acabaram parecendo ser sempre a melhor opção para todas as crianças. E quem não quer o melhor para o seu filho?! Apenas “parece ser”… Mas não é! Leite artificial é para aquele bebê que não pode ser amamentado no peito, que antes não tinha com o que se alimentar.

Como dizer que algo natural, sem custo algum, produzido a cada minuto, na quantidade e temperatura ideais, com tudo aquilo que o bebê precisa em cada fase do desenvolvimento, e que ainda proporciona vínculo entre mãe e bebê não é o melhor? De forma alguma amamentar é fácil. Sempre é um desafio. Apresenta obstáculos árduos que a mãe e a família precisam vencer. E às vezes não dá certo. E está tudo bem! Mas não podemos mais olhar para latas de leite como a melhor opção, nem como a primeira opção para bebês que têm a oportunidade de serem amamentados no seio materno. Esses artifícios devem ser vistos como solução quando existe um problema ou contraindicação, e não como a melhor e primeira opção.

Além das fórmulas artificiais, é preciso pensar no leite de vaca. Você sabia que o leite humano é espécie-específico? Isso significa que o leite que o humano produz é para humano, para aquele da sua espécie. Então por que oferecer leite da vaca? Deixa este leite para o bezerrinho! *rs…

As recomendações atuais é que a criança seja amamentada exclusivamente no peito até os seis meses, e após a introdução da alimentação, o leite passe a ser um complemento até os 2 anos ou mais. Porque só o leite materno é capaz de ALIMENTAR, NUTRIR, IMUNIZAR e oferecer AMOR em uma coisa só!

É Possível Amamentar com Mamilo Plano ou Invertido?

maio 7, 2017

Na prática, a amamentação não é tão fácil quanto parece. Cada experiência pode ser diferente da outra e alguns obstáculos podem trazer dificuldade, porém, com ajuda, preparo e informações esses obstáculos podem ser superados.

Existem 4 tipos de mamilos: protuso, plano, pseudoinvertido e invertido e uma das dificuldades encontrada durante a amamentação por algumas mulheres é em relação ao tipo de mamilo. Os mamilos planos e invertidos podem fazer com que o início da amamentação seja um pouco mais difícil, mas de maneira alguma impedem que ela aconteça.

Os chamados mamilos planos não chegam a se sobressair muito em relação à área em volta mais escura do seio (conhecida como aréola) e não se projetam facilmente para fora quando estimulados, o que pode tornar a amamentação um pouco mais difícil.

No caso dos mamilos invertidos, eles se contraem ou se projetam para dentro ao serem estimulados e têm a aparência plana, ligeiramente invertida ou bastante invertida no centro.

Para saber que tipo de mamilo você tem é fácil: com ajuda do dedo indicador e polegar, faça uma espécie de “C” e suavemente aperte a região da aréola. Se seu mamilo não ficar saliente, então ele é plano; caso se volte para dentro, ele é invertido. Os mamilos podem ser ainda curtos (saem pouco para fora) ou pseudoinvertidos (apesar de voltados para dentro, geralmente saem quando estimulados).

Os mamilos plano e invertido podem trazer algumas dificuldades no início da amamentação, por isso a melhor maneira de saber se vai dar certo para você é simplesmente tentar e pedir orientação de um profissional preparado (para seu obstetra, o pediatra do bebê ou ainda um especialista em amamentação), já que não existe mamilo certo ou errado, o sucesso da amamentação vai estar na pega correta do bebê.

Alguns acessórios podem ser utilizados para auxiliar em caso de mulheres com esse tipo de mamilos como as conchas plásticas que são utilizadas para auxiliar a formar o bico no caso de mamilos invertidos, porém elas não são um consenso entre os profissionais da saúde.  Existem ainda os bicos de silicone, sendo indicadas na maioria das vezes, como última opção e por tempo determinado, já que isso pode confundir o bebê que pode se acostumar com o bico de plástico e ter dificuldade para pegar o bico da mãe depois. Muitos especialistas preferem que as mulheres tentem massagear os seios para ajudar no processo. A técnica é conhecida como exercícios de Hoffman. Em todos os casos, o ideal é procurar por orientação de um profissional qualificado para te auxiliar durante esse processo.

Se o mamilo for invertido, de fato, vai dar mais trabalho ao bebê. Mas é importante desmistificar essa ideia de que existe um mamilo certo. Afinal, o recém-nascido não conhece nenhum deles e vai aprender de acordo com o que ensinarmos.

Lembre-se, estimulação excessiva das mamas pode fazer com que o útero se contraia, algo que pode vir a ser perigoso em casos de gravidez de alto risco. Sempre consulte seu médico antes de iniciar qualquer tratamento ou realizar qualquer exercício para mamilos planos ou invertidos.

Vale lembrar que o consenso atual é que não seja necessária nenhuma preparação do peito, mesmo em caso de mamilos invertidos, pois depois que o bebê nasce os próprios hormônios agirão de forma que a amamentação funcione.
Sendo assim, o mais importante para bico plano ou invertido é que aréola esteja bastante macia na hora de começar a mamada, para que o bebê faça a pega direito. Se ela não estiver macia, é preciso fazer uma massagem na mama para aí então segurar o peito em forma de C e coloca-lo na boca do bebê, o mais fundo que conseguir.

Tenha paciência e lembre-se que a amamentação é um processo de aprendizagem que não acontece da noite para o dia.

5 Cuidados Para Ter Com o Bebê Durante o Frio

maio 1, 2017

Conforme a temperatura vai caindo, se vestir, sair, tomar banho e outras atividades corriqueiras vão ficando mais complicadas, e para as crianças, o frio traz ainda mais problemas! O corpo das crianças é mais sensível e as defesas ainda não estão bem fortalecidas, por isso o cuidado dos pais é fundamental para a saúde das crianças no inverno, principalmente com os bebês.

O tempo frio exige alguns cuidados especiais, principalmente com bebês menores que um ano. Por isso, trouxemos aqui algumas dicas práticas para cuidar do seu bebê no inverno.

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  1. Prevenir alergias e infecções respiratórias

Com a chegada do frio, os problemas respiratórios só aumentam. E com os bebês não é diferente. Precisamos ficar atentos a qualquer sinal e sintoma que possam aparecer, mas a prevenção ainda é o melhor remédio. Manter o nariz limpo e desobstruído é fundamental para prevenir esses tipos de problemas respiratórios. O ideal é lavar o nariz do bebê com soro fisiológico 0,9% (0,5 ml em cada narina) sempre que necessário, especialmente antes das mamadas, pois a obstrução do nariz pode atrapalhar a amamentação.

  1. Evite locais fechados e aglomerados e pessoas com sinais de gripe ou resfriado.

O horário menos frio é o mais indicado para dar uma voltinha com o seu bebê. Preferencialmente entre 10 e 17 horas. Evite levar o bebê para locais fechados, pouco arejados e com muita gente, como shoppings, supermercados superlotados e igrejas cheias, ou evite os horários de maior pico.

Se alguém da família estiver com sintomas de gripe, evite o contato com o bebê. Deixe sempre álcool gel na bolsa ou espalhe pela casa para que todo utilizem, e lave bem as mãos sempre que tiver oportunidade. Doenças respiratórias podem ser transmitidas também através do contato.

  1. Cuidados com o banho no frio

O banho do bebê deve ser rápido (não deve demorar mais do que 5 minutos), com a temperatura da água por volta dos 37°C. Verifique sempre a temperatura da água antes de começar a dar banho ao bebê.

Se necessário, aqueça o ambiente antes de retirar a roupa do bebê e feche a porta para evitar correntes de ar. Antes do banho, prepare tudo o que vai precisar (toalha, produtos de higiene, fralda, roupa, etc.) e coloque no local onde vai vestir o bebê.

  1. Como vestir o bebê durante o frio

Vista o bebê com a mesma quantidade de roupa com que estiver vestido, pois tudo depende da temperatura do ambiente, mas deve-se lembrar de que as mãos e os pés estão habitualmente mais frios, logo, para saber se está corretamente agasalhado, coloque a mão no tronco, no pescoço ou na nuca e acrescente ou retire os agasalhos se necessário.

Como os bebês perdem muito calor pelas extremidades, proteja a cabeça, as mãos e os pés. Se o bebê transpirar ou mostrar-se mais irritado pode estar com calor, por isso vá retirando as peças de roupa até o bebê se sentir confortável. Cuidado com exageros!

  1. Cuidados com a hora de dormir

O bebê estar aquecido na hora de dormir é muito importante. O vista em camadas colocando, por exemplo, um body, o pagão e um pijama bem quentinho. É fundamental lembrar que o ideal é não cobrir o bebê exageradamente e nem deixar por perto nenhum cobertor muito pesado, de forma a evitar sufocamentos. Em dias mais frios, prefira colocar mais roupas do que cobertas.

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Cansada de Quartinhos Rosas ou Azuis para o Bebê?

abril 27, 2017

Decoração neutras para quarto de bebê (sem gênero)

Uma das fases mais gostosas da gestação é começar a pensar e planejar a decoração do quartinho do bebê.

Aqui no Enlaçados já fizemos algumas matérias que podem ajudar a você nesta deliciosa jornada de decorar o quarto do seu bebê, falamos sobre: quarto montessoriano, quarto clássico para bebê, quartos infantis modernos e sobre a influência das cores na decoração.

Hoje vamos mostrar inspirações de decorações neutras para quartos  do seu baby, este post é pra você que não quer saber o sexo do seu filho antes dele nascer, mas mesmo assim quer ter o quarto dele pronto, pra você que não gosta cores definidas para meninos e para meninas (azul =menino, rosa= menina), ou  para você que simplesmente  quer inovar na decoração e fazer diferente e bem feito!!

Aproveite as dicas e nos escreva para qualquer dúvida >> studiorealejo@gmail.com

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